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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Jogatina: Age of Conan – Supremacia da Stygia


Quatro jogadores novamente assumem o controle de um império na Era Hiboriana nesta segunda partida de Age of Conan.



Eu e o Joca que já havíamos jogado Age of Conan anteriormente, assumimos a Aquilonia e a Stygia, respectivamente. O Marcelo assumiu a Hiperbórea e o Gordi ficou com Turan.

 

Este não é um jogo fácil de explicar, devido a grande quantidade de detalhes nas regras. Tanto que o Marcelo e o Gordi só perceberam a importância de cumprir as aventuras de Conan no início da Segunda Era (o jogo atravessa três Eras).


A Aquilonia tem sua força no exército militar e suas cartas são voltadas para o combate. Mesmo assim, achei bem difícil jogar com este reino. 

 

Geograficamente em desvantagem por ficar no meio do tabuleiro, a Aquilonia também é caminho constante do Conan que atravessa o território vermelho toda hora atrás do marco de suas aventuras.


E se você não possui o controle do Conan (que é praticamente impossível manter o controle dele durante toda a partida) suas terras centrais com certeza serão alvo dos marcadores de Bandidagem.


O Gordi com Turan fez uma partida pacífica, evitando confrontos diretos e tentando manter o controle de suas fronteiras.


As cartas do reino de Hiperbórea são poderosas, principalmente com as habilidades de Feitiçaria e necromancia. O Marcelo conseguiu avançar com seus emissários e guardar muitas moedas.


O Joca fez uma partida perfeita com a Stygia. Ele utilizou o combo que a carta do Thot-Amon oferece e manteve o controle do Sul. Conseguiu avançar para o meio do mapa com seu exército forte municiado por magia.


Além de posicionar e conquistar muito bem suas unidades, o Joca conseguiu assumir o controle do Conan nas aventuras onde o caminho era mais fácil.


Como no primeiro jogo, Conan foi coroado rei da Stygia na Terceira Era, e o Joca terminou vitorioso.


A Stygia se mostrou um reino forte, com combo nas cartas e posicionamento geográfico vantajoso.


Age of Conan é um jogo pesado e só é assimilado depois de um tempo. Gostei de jogá-lo, mas indico somente a jogadores experientes.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Tide of Iron: At the Breaking Point


Em 27 de julho de 1944, os Aliados invadiram a Divisão Panzer Lehr e começaram sua fuga em toda a França. Como o General Patton avançava rapidamente para frente, o Marechal de Campo von Kluge é ordenado para não recuar, precisando usar a Divisão Panzer 116 para cortar a linha de suprimentos de Patton. Através de Mortain, os alemães envolveram 700 homens do 2º Batalhão, 120º Regimento de Infantaria, 30 º Divisão. Perto da Colina 317, os esquadrões alemães suportados por um Panzer IV são enviados para limpar um buraco na linha de defesa americana.


Joguei este cenário de Tide of Iron contra meu irmão Marcelo. Assumi o lado dos alemães e ele ficou com o exército dos americanos.

 


O objetivo dos alemães é possuir, a qualquer momento, ao menos 1 unidade em 3 ou mais hexágonos da linha de defesa americana.



Os americanos ganham o jogo se os alemães não cumprirem seu objetivo até o final da oitava rodada.


Comecei o jogo com um exército maior, incluindo um tanque Panzer IV. O terreno que precisa ser invadido está repleto de arames farpados e trincheiras, além de uma casa que serviu de cobertura para os americanos. A única proteção do exército alemão são partes de floresta espalhadas pelo mapa, mas não oferecem cobertura por todo o trajeto.


O Marcelo possuía o baralho de Reforços Americanos I e Suporte Terrestre I. As cartas de Reforços ofereceu uma grande vantagem para ele, inserindo novas unidades em praticamente quase todas as rodadas. Apelo!

 


Eu organizei minhas tropas dividindo em duas grandes frentes para tentar invadir através da pouca cobertura que tinha. Meu tanque foi direcionado para a única estrada no cenário, a fim de ganhar velocidade na investida.



Porém, quando o tanque estava prestes a atacar um pelotão de defesa na estrada, o Marcelo incluiu uma unidade anti-tanque neste local, através das cartas de Reforços.


Fiz uma jogada errada expondo o tanque e confiando nos dados. Fui alvejado com sucesso por esta unidade anti-tanque e meu Panzer IV foi destruído na segunda rodada.



A partir daí, foi um festival de horrores. Não consegui avançar no campo americano, perdendo soldados após soldados. O Marcelo ainda ocupou uma colina lateral, de onde tinha uma ótima visão de tiro.



Acabou a oitava rodada e eu não consegui atravessar o campo aberto. O Marcelo estava com várias unidades de infantaria pela linha de defesa e sua vitória foi merecida.

 


Achei que este cenário favorece muito aos americanos, principalmente com o baralho de Reforços e a geografia do mapa. Mesmo assim, quero jogar novamente o cenário At  the Breaking Point e testar outras táticas, pois Tide of Iron é bom demais.


E não posso pisar na bola novamente perdendo meu tanque no início do jogo... lamentável!


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

The Adventurers: The Pyramid of Horus com 8 Jogadores

Experimentamos jogar The Pyramid of Horus com 8 jogadores. Apesar de no manual ter sua capacidade máxima em 6 jogadores, não há nada que impede aumentar este número.


Afinal, são 8 aventureiros. E os jogadores podem virar suas cartas de aventureiros para ter a tabela de configuração da quantidade de ações por turno. Além disso, o jogo vem com 4 cartas de configuração adicionais. Portanto, dá para jogar em 8 pessoas tranquilamente.

 

O jogo fica mais difícil porque a exploração acaba com as cartas rapidamente. Aí vai da estratégia de cada um para trilhar caminhos diferentes.

 

Quando as pedras começaram a cair, o Joca e o Henrique foram os primeiros a sair da pirâmide. Acabaram não carregando muitos tesouros e fecharam com poucos pontos.


O Guto até que explorou bastante, mas foi o ganhador na quantidade de escorpiões e crocodilos. Saiu da pirâmide também sem pontuar muito.

 

Eu corri atrás dos tesouros trancados nos sarcófagos dos deuses. Acabei perdendo tempo para abrir um deles e fui obrigado a sair quando a situação complicou.


Neste momento, quatro jogadores estavam fora e quatro estavam dentro da pirâmide. Os que estavam fora torciam para fechar a passagem. Os que estavam do lado de dentro tentavam sair com poucas ações, já que estavam carregados de tesouro.


Jefferson e Gordi fizeram uma partida muito boa, ficando mais tempo na pirâmide e conseguindo valores altos nos tesouros mais difíceis. O Tiago foi quem conseguiu pegar os tesouros mais valiosos, e foi atingido pela maldição das múmias.

Tiago saindo com as pedras caindo ao seu lado
Ficou bem legal a saída do Tiago, porque ele andava quadrado a quadrado, e as pedras caíram somente ao seu lado, acompanhando todo o percurso até sua escapada. Ele conseguiu sair e foi vitorioso, com a bolsa carregada.


E o Marcelo? Bem, ele conseguiu não pegar tesouros de valor alto tentando abrir os sarcófagos mais difíceis. Seu personagem ficou passeando dentro da pirâmide, no meio das múmias e crocodilos. E não conseguiu sair, sendo soterrado pelas pedras...



Tabela de Pontuação final:
Tiago = 36 pontos
Jefferson = 29 pontos
Gordi = 22 pontos
Ricardo = 17 pontos
Joca = 16 pontos
Guto = 15 pontos
Henrique = 11 pontos
Marcelo = preso eternamente na pirâmide



Jogo leve, divertido, para família e jogadores entre partidas mais pesadas. Achei que fica bem legal em 8 jogadores, com as pedras caindo rapidamente e a confusão que fica na escolha dos tesouros.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cuba: Jogatina muito disputada

Esta partida com o excelente jogo Cuba foi uma das mais disputadas que tivemos aqui na Redoma.


Eu, o Marcelo, o Gordi e o Joca travamos uma disputa ponto-a-ponto até o fim do jogo. As regras foram explicadas em 20 minutos e a partida demorou duas horas.

 

As opções fornecidas pelo jogo foram muito bem exploradas por todos os jogadores: mercado, construção de edifícios, produção e exportação.


A corrupção no Parlamento para baixar as leis que mais atendessem ao jogador também teve sua atenção merecida. O Ato de Mercado que retirava os produtos do comércio ficou quase até o fim do jogo. Com isto, a única opção que tivemos foi a venda de produtos no Mercado (sempre conseguindo ótimos preços), pois não havia oferta suficiente para compra.

 

Eu tentei fazer o conhecido “combo da água”, mas o Joca impediu que eu completasse ao utilizar o Arquiteto para construir um dos edifícios necessários neste combo.


Meu irmão Marcelo pensou muito em suas jogadas, e o pessoal tirou o sarro dizendo que ele parecia perdido como o “urso do Pica-Pau”.

 

O mais legal desta partida foi que todo mundo pegou o “jeito” do jogo rapidamente e passaram a prestar atenção nas ações dos outros. Um jogador sempre atrapalhava o outro, ocupando os lugares livres das ações alternativas de cada carta ou construindo edifícios almejados pelos adversários.


A diferença entre nós nunca foi maior do que 5 pontos, do primeiro ao quarto lugar. Tanto que no fim da partida, a diferença entre cada jogador foi de dois pontos somente. 

Equilíbrio durante toda a partida

Eu ganhei, seguido pelo Joca, Gordi e por último, o Marcelo.

Pontuação final... somente 2 pontos de diferença entre cada jogador
Ótimo jogo de estratégia, que prende a atenção dos jogadores até o último momento. Excelente partida!


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