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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Análise: Star Trek Expeditions

Star Trek: Expeditions é um jogo de tabuleiro baseado no universo STAR TREK do filme de 2009. O jogo é cooperativo onde os participantes trabalham contra o tabuleiro.

Os jogadores assumem o controle de Kirk, Spock, McCoy e Uhura. O cenário é que a Federação recebeu uma petição de um planeta e a Enterprise é despachada para lá.
Cruzador Klingon
Quando chega ao planeta, a Enterprise descobre: um cruzador Klingon na órbita, guerra civil, o planeta está reconsiderando se fará parte da Federação e um grave problema em seu Ecossistema.

Enterprise


Sua missão é acabar com a Guerra Civil, salvar o Ecossistema e fazer com que o planeta trabalhe com a Federação. E você tem 30 dias para isso, senão os Klingons assumem o controle deste caótico mundo.


O tabuleiro e os componentes são bonitos, assim como as miniaturas das naves (sim, a Enterprise está bem representada) e dos 4 tripulantes. Elas são feitas no esquema de Clix, com a base giratória que altera os valores de habilidades. Por ser um jogo da Wizkids nada mais do que natural utilizar o esquema de Clix.


Para a partida estavam eu, a Alexia, o Marcelo e o Gordi. O jogo é um pouco confuso, mas depois de algumas rodadas pega-se o jeito. Você tem várias opções de ação na rodada, e precisa ser rápido ao explorar as regiões do planeta, combater o cruzador Klingon na órbita e procurar a ajuda da tripulação da Enterprise.


Eu joguei com o Capitão Kirk, o Marcelo foi com o Spock, a Alexia com a Uhura e o Gordi com o McCoy.


Demoramos mais ou menos 1 hora neste jogo, e conseguimos cumprir as 3 missões.  Gostei do esquema de pirâmide nas missões. Ela tem uma missão principal e se conseguir resolver com o requisito cumprido  seguimos  pelo melhor caminho, no caso 2A. Se não cumprirmos o melhor requisito vamos para a missão 2B. E assim sucessivamente até completar as 3 missões (que variam em A, B, C e D).


Jogo interessante ainda mais para os fãs da série. Deixou o grupo com aquela sensação de que “falta alguma coisa”. Serviu para conhecer a mecânica e explorar o universo Star Trek.






Star Trek Expeditions
Nota
 Jogabilidade
6
 Ambientação
7
 Tabuleiro
8
 Componentes
9
 Diversão
7
 Nota Redomanet
7,40

domingo, 30 de outubro de 2011

Jogatina: Stone Age com 4 jogadores

Para esta partida de Stone Age estavam eu, a Alexia, o Marcelo e o Gordi. Jogamos com a capacidade máxima do jogo Stone Age: 4 pessoas.


E como ficou ainda mais interessante com 4 jogadores. O visual do tabuleiro é magnífico, ainda mais com todas as peças dos jogadores colocados nele.


O jogo foi muito disputado, e cada um procurou uma estratégia diferente para atingir a maior pontuação no final.


O Gordi escolheu a compra das cabanas como forma direta de pontuar e logo abriu uma grande vantagem. O Marcelo aplicou em vários tipos de pontuação, como cabanas e ferramentas e ficou sempre em segundo.

A Alexia investiu nas ferramentas e nas cartas que multiplicam cabanas. Sua estratégia foi excelente, mas no meio do jogo para o final estava com sono e sua atenção dispersou bastante. Porém ficou firme até a contagem final... com seu tio toda hora cutucando seu braço para mantê-la acordada... hehe

Eu investi na quantidade de membros da tribo. Cheguei a ficar com 9 trabalhadores. Procurei investir nas cartas e praticamente não usei as ferramentas. Fiquei sempre em último no jogo e só pontuei no final da partida onde praticamente disparei devido às multiplicações e combinações de cartas.


O jogo acabou com a Alexia escolhendo a última cabana de um dos montes. Se tivesse mais uma rodada, talvez eu ganhasse... por pouco!

A pontuação final ficou assim: Gordi com 126 pontos, eu com 116 pontos, Marcelo com 114 pontos e a Alexia com 111 pontos.

Só tenho um comentário para o Stone Age:  “Que jogo legal!”

sábado, 29 de outubro de 2011

Heroes Adaptação Arkham Horror: Gangues de Vilões

No tabuleiro há 3 espaços para Gangues de Vilões (Gangue 1, Gangue 2 e Gangue 3). Cada vez que o número de vilões no tabuleiro ultrapassa o limite permitido (quantidade de jogadores + 3), os vilões excedentes vão para o espaço da Gangue. Esta regra funciona igual ao Arkham Horror original que envia os monstros para o espaço Outskirt.

3 espaços de gangue na borda do tabuleiro Marvel

Os vilões vão entrando no espaço da Gangue 1, e quando este possuir 5 cards, os vilões começam a preencher o espaço da Gangue 2. Quando a Gangue 2 possuir 5 cards, eles vão para a Gangue 3.

Gangue 1

Sempre que uma gangue possuir 5 vilões, o marcador entra no jogo. Existe um deck somente para as gangues. Sorteie uma carta e veja o nome da rua indicada nela. O marcador da gangue entra nesta rua.

Gangue 2
O herói que parar em cima do marcador da gangue precisa lutar ou esquivar contra todos os vilões pertencentes ao grupo. Somente se todos os vilões da gangue forem derrotados, o marcador retorna para o espaço reservado fora da cidade.



No final de cada turno, após ler as cartas de evento e se possuir algum marcador de gangue no tabuleiro, retire 1 carta de gangue. Esta carta contém a Velocidade e uma tarja preta ou branca que demonstra quantas casas e para onde a gangue irá se mover. Ela possui as mesmas regras de movimento dos vilões normais e sempre param seu deslocamento quando entram em um mesmo local que o herói. O combate inicia a partir daí.

Gangue 3
A impressão das cartas é feita em A4, em papel colorido (aqui eu imprimi em vermelho).


Link para impressão das cartas de Gangue 1
Link para impressão das cartas de Gangue 2 


Visite a página de "Para Impressão" lá em cima, procure por Heroes Adaptação Arkham Horror e veja quais são os outros posts referentes à impressão.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Análise: Dominion

O jogo Dominion foi o precursor de um novo tipo de mecânica: construção de decks durante a partida. Vários outros jogos se basearam nele e outras versões estão sendo lançadas.



Joguei este incrível card game com a Vanessa e o Rodrigo da Funbox. Realmente sua mecânica de criar o deck é inovadora (pelo menos para mim).



Durante muito tempo fui daqueles que montava o deck de Magic e combinava cartas de acordo com o oponente. Acontece que no jogo Dominion você cria seu baralho durante a partida e as cartas que escolhe afetam muito sua jogabilidade futura.



Explicação de regras rápida e é durante as primeiras rodadas que você pega o jeito. Jogamos com as cartas de ação básicas  no Dominion. Há opções de tornar o jogo mais variado com aumento da dificuldade.
A partida durou 40 minutos e o vencedor foi a Vanessa com 48 pontos.



Interessante manter o equilíbrio entre as cartas com pontos de vitória, cartas de ação para criação de combos e cartas de tesouro para comprar cartas de ação.



E se você investe, por exemplo, em cartas de ação, mais para frente no jogo sentirá falta de cartas de tesouro. E se não investir em cartas com pontos de vitória não adianta ter o deck com mais combos, no fim do jogo isto não conta para nada.



Gostei bastante da mecânica e preciso jogar outras vezes para aproveitar melhor tudo o que o jogo oferece. Recomendado!



Dominion
Nota
 Jogabilidade
9
 Ambientação
7
 Tabuleiro
N/A
 Componentes
8
 Diversão
9
 Nota Redomanet
8,25

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cites na FunBox

Levei o jogo CITES para apresentar na FunBox no último domingo. Foi no mesmo dia do lançamento do jogo YN do designer Vince, publicado pela Hidra Games.


Durante as explicações do jogo estavam o Wagner (Funbox), Vanessa (Funbox), Marcelo (Vectoria) e Gustavo (Hidra Games).
Para a partida, o Marcelo precisou sair devido a um compromisso e jogaram o Wagner, Vanessa e Gustavo.
O Gustavo acabou ganhando, conseguindo melhor administração do parque. Como foi um teste para o jogo, escutei bastante todos os conselhos, elogios e sugestões.


Marcelo, eu e Wagner na mesa com o CITES lá na Funbox

Ainda na fase de protótipo, irei revisitar algumas regras do CITES e depois farei uma segunda apresentação. Claro que antes jogarei bastante com o grupo aqui em casa. Testes e mais testes garantem a mecânica perfeita para todo jogo de tabuleiro.


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Heroes Adaptação Arkham Horror: Aliados


Em algumas localidades do tabuleiro, os heróis podem trocar Troféu de Vilão ou Troféu de Base por cartas de aliados. Alguns testes em localidades específicas também fornecem cartas de Aliados.

Os aliados adicionam bônus em alguns testes das perícias básicas. Além disso, alguns aliados concedem poderes especiais, como por exemplo, Vôo e Teleporte.


Os Aliados possuem valores de Consciência e Vitalidade. O herói pode direcionar o dano recebido aos Aliados. Quando o Aliado chegar a zero pontos em Consciência ou Vitalidade irá ser derrotado e sai do jogo. Nenhum Aliado pode ter seus pontos de Consciência e Vitalidade restaurados. Qualquer Aliado com um "-" (traço) no lugar de número em uma habilidade significa que ele é imune e não recebe danos nesta habilidade.


O número máximo de Aliados que um herói pode ter ativo ao mesmo tempo está escrito na ficha de personagem do jogador. Os Aliados podem ser trocados entre os jogadores desde que os heróis terminem o turno na mesma localidade.


Imprimir em folha A4 com gramatura normal. Colocar as cartas em shield opacos de qualquer cor, com exceção do preto (o shield preto é utilizado nas Cartas de Evento). Aconselho utilizar uma carta Magic atrás da carta de Aliado para dar firmeza. As cartas de Magic podem ser terrenos que são compradas avulsas em lojas especializadas.
Total de 180 cartas de Aliados

Outra opção é imprimir em A4, com gramatura 150 ou 160, mas não sei se fica legal para formar um deck. Ou imprimir em gramatura normal e plastificar, que fica muito legal também.


Visite a página de " Para Impressão " lá em cima, procure por Heroes Adaptação Arkham Horror e veja quais são os outros posts referentes à impressão.

Redomanet no Facebook

O Redomanet finalmente entra com uma página no Facebook.
Ainda está bem tosco, somente com links direto para o blog. Mas ajuda a avisar quando há atualizações por aqui.
Com o tempo aprendo mais sobre como utilizar o Facebook de forma útil... rs


Valeu!!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Análise: Aero

Sempre quis conhecer o jogo nacional Aero, publicado pela Hidra Games. Eis que surge a oportunidade lá na FunBox, e a primeira partida foi contra a Vanessa (FunBox).



Gostei dos componentes e do tabuleiro do jogo, e a explicação das regras foi rápido. Tabuleiro em acrílico permite aquelas jogatinas em bares e próximo a piscinas.



O jogo consiste em formar combinações de argolas ou fichas azuis (ventos frios) e vermelhas (ventos quentes). Termina quando acabar as argolas ou as fichas.




A Vanessa ganhou fácil nesta primeira partida, que durou uns 15 minutos.



Jogo abstrato para aqueles que curtem partidas rápidas e com estratégia. E viva aos jogos de tabuleiro nacionais!




Aero
Nota
 Jogabilidade
8
 Ambientação
6
 Tabuleiro
7
 Componentes
9
 Diversão
8
 Nota Redomanet
7,60